2º Ciclo de Seminários Regionais | 2017 - Apresentações disponíveis

2º Ciclo de Seminários Regionais | 2017

PNPOT | “As Regiões e o País, 10 anos depois do PNPOT”

No fecho de um primeiro ciclo de trabalhos no âmbito da alteração ao Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território, as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional irão realizar cinco seminários regionais dedicados ao tema “As Regiões e o País, 10 anos depois do PNPOT”, onde, a partir do diagnóstico prospetivo regional e da leitura crítica dos problemas do Ordenamento do Território, se pretende lançar o debate sobre a visão para o futuro do País e sobre o novo Programa de Ação.

 

Data

Promotor

Local

Programa e apresentações

8/5/2017

CCDR Alentejo

Évora

Programa | Apresentações 

11/5/2017

CCDR Algarve

Faro

ProgramaApresentações

15/5/2017

CCDR Centro

Coimbra

Programa | Apresentações

16/5/2017

CCDR Lisboa e Vale do Tejo

Lisboa

ProgramaApresentações

17/5/2017

CCDR Norte

Porto

Programa | Apresentações

 

 

 

Participação

Ao longo do processo da elaboração da alteração do PNPOT, procurou-se desde o início assegurar uma participação continuada e efetiva, gerando um diálogo alargado e fomentando a reflexão sobre as condicionantes, as oportunidades e os desafios que se colocam ao território nacional e sobre os objetivos de ordenamento e desenvolvimento que o país quer prosseguir, a partir de uma visão territorial informada.

Esta participação e o envolvimento das entidades representativas dos setores e dos territórios, organizações da sociedade civil, técnicos e cidadãos foi fundamental para a concretização das medidas de política propostas.

Como resultado da Discussão Pública foram feitas melhorias nos documentos que compõem a Proposta e foi elaborado o respetivo Relatório de Ponderação.

A Proposta de Lei da revisão do PNPOT foi já aprovada pela Assembleia da República.

O território tem de estar no centro das políticas públicas. Não podemos continuar a produzir políticas sectoriais como se ele fosse uma pátria onde acontecem fenómenos, mas sim perceber o território como um agente de transformação, do qual temos de saber tirar o máximo partido, e ao qual temos de saber impor limites.

João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente
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