Prémio Nacional da Paisagem 2020 - conheça o vencedor

Prémio Nacional da Paisagem 2020 foi atribuído à candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Moura - Uma Paisagem de referência na Raia - A Herdade da Contenda - cujas medidas já concretizadas permitiram a recuperação e revitalização de uma paisagem descaracterizada, tornando-a sustentável, multifuncional, de elevado interesse do ponto de vista cénico e da sensibilização da sociedade para o valor da paisagem.

Além do 1º lugar desta 3ª edição do Prémio Nacional da Paisagem (PNP), lançado de 2 em 2 anos, foram ainda atribuídas três menções honrosas às seguintes candidaturas:

A 3ª edição do PNP registou 25 candidaturas, 17 da iniciativa de câmaras municipais, 3 provenientes de associações de municípios, 4 de associações sem fins lucrativos e 1 da Região Autónoma dos Açores. 

O vencedor deste prémio será o representante nacional à candidatura ao Prémio da Paisagem do Conselho da Europa 2021, que tem por objetivo distinguir a implementação de uma política ou de medidas sustentáveis de proteção, gestão e/ou ordenamento da paisagem e que constituam uma boa prática de sensibilização e participação pública. 

Acompanhe este e outros desenvolvimentos neste portal.

 

Implementação

A execução do PNPOT 2020 passa pela adesão das políticas públicas com expressão territorial aos 10 compromissos assumidos pelo Programa de Ação, pela implementação das suas 50 medidas e pela correspondente operacionalização do Modelo Territorial, dinamizados por uma forte Governança Territorial.

O enquadramento estratégico e operacional do PNPOT confere-lhe um papel fundamental como referencial territorial para o Programa de Valorização do Interior, a Estratégia Nacional de Referência para a Política de Coesão pós 2020 e para o Programa Nacional de Investimentos 2030. Esta articulação será concretizada a nível político nas sedes próprias e ao nível técnico no âmbito dos trabalhos do Fórum Intersetorial.

O território tem de estar no centro das políticas públicas. Não podemos continuar a produzir políticas sectoriais como se ele fosse uma pátria onde acontecem fenómenos, mas sim perceber o território como um agente de transformação, do qual temos de saber tirar o máximo partido, e ao qual temos de saber impor limites.

João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente e Ação Climática
X